Mercadômetro

Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal

Fonte: RAIS/CAGED/eSocial/Mentoring · Atualizado em 23/09/2026 · Como calculamos

 Quanto ganha Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ? Veja o salário

Compartilhar  LinkedIn WhatsApp Facebook Twitter

O salário de referência de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ é R$ 16.269/mês (mediana), com metade dos profissionais entre R$12.751 e R$20.448, jornada típica de 40h semanais, com base em 53 vínculos.

Salário base, carga horária e rotatividade de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ

 Salário Base

R$ 16.269
mensais

 Carga horária

40 hs
semanais

 Rotatividade❔

entre
0% e 30%

 Faixa salarial de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ
1º Quartil

R$ 12.751

25% ganham até este valor

Mediana

R$ 16.269

metade acima, metade abaixo

3º Quartil

R$ 20.448

25% ganham mais que este valor

ReferênciaMensalAnualSemanalPor hora
3º QuartilR$ 20.448R$ 245.376R$ 4.719R$ 117,97
MedianaR$ 16.269R$ 195.228R$ 3.754R$ 93,86
1º QuartilR$ 12.751R$ 153.012R$ 2.943R$ 73,56
 O valor de salário-base acima representa o salário-base contratual declarado, sem incluir horas extras, comissões variáveis ou benefícios.


 Faixa de Rotatividade (turnover anualizado): entre 0% e 30%.
Conheça o turnover exato e as tabelas salarias completas acessando a Mentoring.

O salário-base de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ (R$ 16.269) é 66% acima da média nacional da mesma ocupação (R$ 9.797).

 Perfil de quem trabalha como Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ
Média de idade

48,6 anos

Tempo de empresa

20,1 anos

Sexo
Feminino
♀
62,3%
Masculino
♂
37,7%
Escolaridade
Fundamental — 0,0%
Médio — 52,8%
Superior — 47,2%
Pós-graduação — 0,0%
 Salário base, rendimento total e valores de contratação por nível de senioridade para Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ

Estrutura de níveis calculada a partir do painel de mais de 10 mil cargos da Mentoring — a mesma base usada no Search.

Nível1º QuartilMediana3º QuartilIdade médiaTempo de empresaTrabalhadoresTurnover
Nível VR$ ••••••R$ ••••••R$ ••••••••••••••9••%
Nível IVR$ ••••••R$ ••••••R$ ••••••••••••••18••%
Nível IIIR$ ••••••R$ ••••••R$ ••••••••••••••18••%
Nível IIR$ •••••R$ •••••R$ ••••••••••••••2••%
Nível IR$ •••••R$ •••••R$ •••••••••••••6••%
🔒
Valores detalhados por nível
Acesse as tabelas salariais por nível de senioridade e todas as informações de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal acessando a plataforma
Ver planos
 Mercado de trabalho para Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ

Movimentação formal nos últimos 6 meses.

Admissões

2

Desligamentos

0

Saldo líquido

+2


 Consulta realizada através da Pesquisa Salarial da Mentoring. Esta página foi gerada em 23/09/2026.



Precisa estruturar cargos e salários ou comparar sua folha com a concorrência?
Faça agora uma pesquisa salarial online pra qualquer atividade, porte e região do Brasil.
Conhece alguém do RH que precisa de soluções de pesquisa salarial e planos de cargos e salários? Indique a Mentoring.


 O que faz Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal? Atividades

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal pertence ao grande grupo 'Técnicos de nivel médio', subgrupo principal 'Outros técnicos de nível médio', subgrupo 'Técnicos de apoio em pesquisa e desenvolvimento' e família 'Técnicos de apoio em pesquisa e desenvolvimento' (CBO 3951).

  • EXECUTAR ENSAIOS
    • Verificar condições atmosféricas
    • Pesar amostras
    • Medir amostras (comprimento, temperatura, volume etc.)
    • Digerir amostras
    • Diluir amostras
    • Irradiar amostras
    • Implantar ensaios agropecuários e florestais
    • Determinar parâmetros físicos
    • Determinar elementos químicos
    • Monitorar ocorrência de pragas e doenças
    • Avaliar grau de nutrição vegetal e animal
    • Introduzir patógenos
    • Coletar dados obtidos
    • Testar metodologias de ensaio
  • PREPARAR ENSAIOS
    • Coletar amostras
    • Identificar amostras
    • Cadastrar amostras
    • Criar planilhas
    • Preparar amostras
    • Construir corpo-de-prova
    • Preparar condições de ambiente de ensaio
    • Preparar soluções químicas
    • Preparar equipamentos e materiais de ensaio
    • Providenciar calibração de equipamentos
    • Conferir calibração de equipamentos
    • Providenciar equipamentos de proteção individual e coletiva (epi e epc)
    • Realizar manutenção preventiva de equipamentos
    • Encaminhar amostras e ensaios para terceiros
  • ANALISAR RESULTADOS DE ENSAIOS
    • Inserir dados em planilha
    • Realizar cálculos de fatores de correção (temperatura, pressão, gravidade etc.)
    • Realizar cálculos estatísticos
    • Elaborar apresentação gráfica de resultados
    • Interpretar dados de análise
    • Comparar resultados com amostra-padrão
    • Comparar resultados com tolerâncias previstas em normas
    • Verificar não-conformidade em ensaios
    • Avaliar fenótipos de animais e vegetais
    • Inventariar produção animal e vegetal
    • Emitir resultados de ensaios
    • Registrar tempo gasto em ensaio
    • Redirecionar métodos e ensaios
  • PLANEJAR ENSAIOS
    • Levantar informações sobre pesquisa
    • Estudar pesquisa
    • Definir métodos e procedimentos de ensaios
    • Definir materiais
    • Definir equipamentos
    • Definir equipe de trabalho
    • Definir cronograma
    • Definir condições de ambiente de ensaio (temperatura, umidade, ventilação, tipo de solo etc.)
    • Analisar riscos de acidentes
    • Controlar estoque de materiais
  • AUXILIAR EM DESENVOLVIMENTO DE MÉTODOS, PROCESSOS E PRODUTOS
    • Redigir procedimentos de ensaio
    • Confeccionar equipamentos
    • Confeccionar ferramentas
    • Adaptar dispositivos
    • Participar na elaboração de relatório de pesquisa
  • DIFUNDIR PESQUISA E DESENVOLVIMENTO
    • Treinar equipe
    • Recepcionar visitantes
    • Participar de congressos e seminários
    • Participar em elaboração de artigos científicos
    • Auxiliar em divulgação de resultados de experimento
    • Ministrar palestras
  • DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
    • Demonstrar dinamismo
    • Trabalhar em equipe
    • Demonstrar criatividade
    • Concentrar-se
    • Adaptar-se a mudanças
    • Demonstrar organização
    • Demonstrar raciocínio lógico

  •  Ocupações relacionadas

    Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal faz parte da família 'Técnicos de apoio em pesquisa e desenvolvimento' (CBO 3951), que tem 1 ocupações relacionadas.


     Perguntas frequentes sobre Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ

    Quanto ganha Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    O salário de referência de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ é R$ 16.269/mês (mediana), com metade dos profissionais entre R$12.751 e R$20.448, jornada típica de 40h semanais, com base em 53 vínculos. Rotatividade (turnover anualizado): entre 0% e 30%

    Qual a carga horária para Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    40hs semanais.

    Qual a rotatividade para Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    entre 0% e 30%

    Como está o emprego para Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    Houve a contratação formal de 2 trabalhadores para esta ocupação no Rio de Janeiro/RJ, nos últimos 6 meses.

    Qual o salário base (não só de admissão) de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    Considerando todos os profissionais já empregados na função, a mediana do salário-base de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ é R$ 16.269, 290% a mais que a mediana de admissão (R$ 4.170). Este valor não inclui horas extras, comissões variáveis ou benefícios.

    Como o salário de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ se compara à média nacional?

    O salário-base de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ (R$ 16.269) é 66% acima da média nacional da mesma ocupação (R$ 9.797).

    Qual o código CBO de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal?

    O código CBO de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal é 395110.

    Qual a mediana salarial de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    A mediana salarial de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ é R$16.269/mês. A metade dos profissionais ganha entre R$12.751 (1º quartil) e R$20.448 (3º quartil).

    Por que a Mentoring usa mediana e não média?

    Porque a mediana não é distorcida por um pequeno número de salários muito altos ou muito baixos: metade dos profissionais ganha até esse valor, metade ganha mais. A média aritmética pode subir bastante puxada por poucos salários extremos, sem representar o típico da categoria.

    Qual a média de idade de quem trabalha como Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    A média de idade de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ é 48,6 anos, com tempo médio de empresa de 20,1 anos.

    Qual a distribuição por sexo de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    62,3% são mulheres e 37,7% são homens em Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ.

    Qual o nível de escolaridade mais comum de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    Distribuição por escolaridade de Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ: 0,0% ensino fundamental, 52,8% ensino médio, 47,2% ensino superior e 0,0% pós-graduação.

    Qual o saldo de vagas para Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?

    Nos últimos 6 meses, Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ teve 2 admissões e 0 desligamentos, saldo líquido de +2 vagas.

    Quanto pagar para contratar Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal no Rio de Janeiro/RJ?


    Mentoring Staff

    Obtenha um estudo de remuneração completo, construído a partir de um painel de empresas de referência. Acesse a plataforma online com informações de mais de 10 mil cargos. Tudo isso sem a necessidade de compartilhar seus salários. Tabelas de referência, diagnósticos cargo a cargo, análise de turnover, estudo de mercado e muito mais.


    Saiba Mais


     Quais regiões mais empregam Técnico de apoio em pesquisa e desenvolvimento agropecuário florestal?

    em todo o Brasil
    2.705 trabalhadores
    Brasília/DF
    223 trabalhadores
    Porto Nacional/TO
    95 trabalhadores
    Petrolina/PE
    85 trabalhadores
    São Paulo/SP
    82 trabalhadores
    Belém/PA
    67 trabalhadores
    Rondonópolis/MT
    63 trabalhadores
    Fortaleza/CE
    58 trabalhadores
    São Luís/MA
    57 trabalhadores
    Rio de Janeiro/RJ
    53 trabalhadores
    Passo Fundo/RS
    50 trabalhadores
    Campo Grande/MS
    46 trabalhadores
    Sorriso/MT
    42 trabalhadores
    Campina Grande/PB
    41 trabalhadores
    São Carlos/SP
    41 trabalhadores
    Sete Lagoas/MG
    39 trabalhadores
    Ponta Grossa/PR
    36 trabalhadores
    Uberlândia/MG
    33 trabalhadores
    Cruz das Almas/BA
    28 trabalhadores
    Louveira/SP
    28 trabalhadores
    Juiz de Fora/MG
    27 trabalhadores
    Curitiba/PR
    27 trabalhadores
    Campinas/SP
    26 trabalhadores
    Castro/PR
    26 trabalhadores
    Crato/CE
    25 trabalhadores
    Eunápolis/BA
    24 trabalhadores
    Guaxupé/MG
    24 trabalhadores
    Três Lagoas/MS
    24 trabalhadores
    Rio Verde/GO
    23 trabalhadores
    Colombo/PR
    22 trabalhadores