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Operador de calcinação (tratamento químico e afins)

Fonte: Novo CAGED/eSocial/Mentoring · Atualizado em 10/10/2026 · Como calculamos · Ver o mercado de Córrego Fundo

 Quanto ganha Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG? Veja o salário

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O salário de referência de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG é R$ 3.740/mês (mediana), com metade dos profissionais entre R$3.200 e R$4.266, jornada típica de 44h semanais, com base em 56 vínculos.

Salário base, carga horária e rotatividade de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG

 Salário Base

R$ 3.740
mensais

 Carga horária

44 hs
semanais

 Rotatividade❔

entre
30% e 60%

 Faixa salarial de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG
1º Quartil

R$ 3.200

25% ganham até este valor

Mediana

R$ 3.740

metade acima, metade abaixo

3º Quartil

R$ 4.266

25% ganham mais que este valor

ReferênciaMensalAnualSemanalPor hora
3º QuartilR$ 4.266R$ 51.192R$ 984R$ 22,37
MedianaR$ 3.740R$ 44.880R$ 863R$ 19,62
1º QuartilR$ 3.200R$ 38.400R$ 738R$ 16,78
 O valor de salário-base acima representa o salário-base contratual declarado, sem incluir horas extras, comissões variáveis ou benefícios.


 Faixa de Rotatividade (turnover anualizado): entre 30% e 60%.
Conheça o turnover exato e as tabelas salarias completas acessando a Mentoring.

O salário-base de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG (R$ 3.740) é 12% abaixo da média nacional da mesma ocupação (R$ 4.266).

 Perfil de quem trabalha como Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG
Média de idade

40,4 anos

Tempo de empresa

6,3 anos

Sexo
Feminino
♀
0,0%
Masculino
♂
100,0%
Escolaridade
Fundamental — 44,6%
Médio — 53,6%
Superior — 0,0%
Pós-graduação — 0,0%
 Salário base, rendimento total e valores de contratação por nível de senioridade para Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG

Estrutura de níveis calculada a partir do painel de mais de 10 mil cargos da Mentoring — a mesma base usada no Search.

Nível1º QuartilMediana3º QuartilIdade médiaTempo de empresaTrabalhadoresTurnover
Nível IIR$ •••••R$ •••••R$ ••••••••••••26••%
Nível IR$ •••••R$ •••••R$ ••••••••••••30••%
🔒
Valores detalhados por nível
Acesse as tabelas salariais por nível de senioridade e todas as informações de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) acessando a plataforma
Ver planos
 Mercado de trabalho para Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG

Movimentação formal nos últimos 6 meses.

Admissões

12

Desligamentos

9

Saldo líquido

+3


 Consulta realizada através da Pesquisa Salarial da Mentoring. Esta página foi gerada em 10/10/2026.



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 O que faz Operador de calcinação (tratamento químico e afins)? Atividades

Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), Operador de calcinação (tratamento químico e afins) pertence ao grande grupo 'Trabalhadores da produção de bens e serviços industriais', subgrupo principal 'Trabalhadores em indústrias de processos contínuos e outras indústrias', subgrupo 'Operadores de instalações em indústrias químicas, petroquímicas e afins' e família 'Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos' (CBO 8112).

  • PREPARAR INTERFACES DE TURNO DE TRABALHO
    • Consultar ocorrências de turno
    • Ler relatórios e informações operacionais
    • Comunicar ocorrências do turno
    • Conferir estoque de insumos e matérias-primas
    • Requisitar insumos e matérias-primas
    • Selecionar etapas do processo
    • Elaborar relatório de ocorrências de turno
  • MONITORAR EQUIPAMENTOS E VARIÁVEIS DO PROCESSO DE PRODUÇÃO
    • Inspecionar condições de funcionamento dos equipamentos rotativos
    • Checar nível de ruído dos equipamentos
    • Inspecionar nível de óleo dos equipamentos
    • Inspecionar visualmente sistema de bica
    • Monitorar combustão de fornos, caldeiras
    • Identificar pontos de super aquecimento nos equipamentos
    • Conferir sistema de selagem e refrigeração
    • Controlar tempo de funcionamento e campanha do equipamento
    • Registrar leitura dos painéis de controles
    • Registrar leitura de instrumentos de campo
    • Coletar amostras das etapas do processo de produção
    • Identificar tipos de amostras
    • Entregar amostras extras ao laboratório
    • Interpretar resultados das amostras
    • Registrar resultados de análises laboratoriais
    • Medir ph, densidade e condutividade do produto (conforme padrões)
    • Identificar pureza dos produtos analisados
  • OPERAR ETAPAS DO PROCESSO PRODUTIVO
    • Ajustar variáveis do processo
    • Ajustar velocidade (rpm) de equipamentos rotativos
    • Operar equipamentos dentro dos padrões estabelecidos
    • Desobstruir tubulações, conexões, canaletas
    • Revezar equipamentos rotativos
    • Controlar insumos e matérias-primas
    • Elaborar ordem de serviço para manutenção dos equipamentos
    • Liberar através de documento, equipamentos para manutenção
    • Registrar correções executadas nas variáveis do processo
    • Identificar produtos não conformes (com falhas, fora dos padrões)
    • Separar produtos não conformes
    • Reutilizar produtos não conformes no processo produtivo
    • Limpar tanques e vasos
  • REALIZAR MANOBRAS DE ALINHAMENTO DOS PROCESSOS
    • Operar partida e parada de equipamentos
    • Acionar chave para energizar (ou desenergizar) equipamentos de baixa tensão após manutenção
    • Retirar equipamentos de operação
    • Testar equipamentos após manutenção
    • Manobrar equipamentos de transporte
    • Programar instrumentos de medição (defratômetro, raio x)
    • Separar bacias para o processo de lixiviação
    • Instalar sistema de irrigação para ataque ácido
    • Empilhar minério, cavaco, sucata e outros (para lixiviação estatística)
    • Tratar água para fins industriais e potável
    • Analisar a alcalinidade da água
    • Realizar ramonagem (limpeza utilizando vapor)
    • Tratar efluentes conforme padrões especificados
    • Embalar produtos acabados ou residuais
    • Carregar insumos e matérias-primas
    • Expedir resíduos conforme procedimento padrão
  • CONTROLAR RESULTADOS DAS ETAPAS DO PROCESSO PRODUTIVO E DO SISTEMA DE QUALIDADE
    • Comparar dados do processo com padrões estabelecidos
    • Realizar procedimentos, instruções e padrões do sistema de qualidade
    • Monitorar qualidade do produto final
    • Preencher gráfico de controle do processo
    • Preencher boletins de análise do processo
    • Emitir relatório de análise de falhas no processo produtivo
    • Emitir solicitação de alterações nos procedimentos e instruções do processo produtivo
    • Analisar relatório de não conformidades
  • PRODUZIR EM BATELADAS (CELULOSE, METAIS, TÊXTIL E PRODUTOS QUÍMICOS)
    • Carregar equipamentos com matérias-primas
    • Adicionar aditivos e reagentes
    • Operar máquina de homogeneização (misturadores)
    • Efetuar pressurização conforme procedimentos
    • Efetuar despressurização do sistema
    • Controlar temperatura da reação química
    • Monitorar tempo de reação do processo
    • Remover resíduos do processo
  • VAZAR (DESCARREGAR) O FORNO
    • Injetar oxigênio para efetuar vazão
    • Tamponar forno
    • Resfriar sistema na primeira vazão
    • Preparar sistema de bica, decantação e squimmer
    • Limpar o sistema de bica
    • Remover material contaminado do sistema
    • Revestir sistema de bica
    • Aquecer sistema de bica
    • Preparar área para descarregar materiais
    • Limpar piscina de metal
  • TREINAR NOVOS OPERADORES
    • Sinalizar riscos e pontos críticos do ambiente
    • Orientar sobre o funcionamento dos equipamentos
    • Executar rotinas operacionais demonstrando-as
    • Instruir interpretação do fluxograma do processo de produção
    • Orientar preenchimento da folha de leitura operacional
    • Executar coleta de amostra, demonstrando procedimentos
    • Monitorar execução de atividades orientadas
    • Emitir relatório e informações de desempenho dos treinandos
  • TRABALHAR COM SEGURANÇA
    • Utilizar equipamentos de proteção individual
    • Discutir ações de segurança (dds, pds)
    • Interpretar normas e procedimentos de segurança
    • Identificar o tipo de equipamento para execução das tarefas
    • Emitir permissão de trabalho (documento que orienta a execução dos serviços para evitar riscos inerentes ao trabalho)
    • Monitorar execução de serviços por terceiros
    • Controlar níveis de contaminação no ambiente industrial
    • Identificar condições inseguras no trabalho
    • Sinalizar áreas de risco
    • Corrigir condições inseguras no processo de produção
    • Registrar incidentes e acidentes
    • Comunicar ocorrência de acidente e incidente
    • Analisar em equipe a investigação de acidentes
    • Combater princípios de incêndio
    • Acionar brigada de segurança
    • Simular evacuação de área
  • DEMONSTRAR COMPETÊNCIAS PESSOAIS
    • Demonstrar espírito de liderança
    • Demonstrar sociabilidade
    • Demonstrar fluência verbal
    • Demonstrar criatividade
    • Demonstrar iniciativa
    • Relacionar-se com superiores e subordinados
    • Demonstrar autocontrole
    • Demonstrar persuasão

  •  Ocupações relacionadas

    Operador de calcinação (tratamento químico e afins) faz parte da família 'Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos' (CBO 8112), que tem 1 ocupações relacionadas.


     Perguntas frequentes sobre Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG

    Quanto ganha Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    O salário de referência de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG é R$ 3.740/mês (mediana), com metade dos profissionais entre R$3.200 e R$4.266, jornada típica de 44h semanais, com base em 56 vínculos. Rotatividade (turnover anualizado): entre 30% e 60%

    Qual a carga horária para Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    44hs semanais.

    Qual a rotatividade para Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    entre 30% e 60%

    Como está o emprego para Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    Houve a contratação formal de 12 trabalhadores para esta ocupação em Córrego Fundo/MG, nos últimos 6 meses.

    Qual o salário base (não só de admissão) de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    Considerando todos os profissionais já empregados na função, a mediana do salário-base de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG é R$ 3.740, 73% a mais que a mediana de admissão (R$ 2.162). Este valor não inclui horas extras, comissões variáveis ou benefícios.

    Como o salário de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG se compara à média nacional?

    O salário-base de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG (R$ 3.740) é 12% abaixo da média nacional da mesma ocupação (R$ 4.266).

    Qual o código CBO de Operador de calcinação (tratamento químico e afins)?

    O código CBO de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) é 811205.

    Qual a mediana salarial de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    A mediana salarial de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG é R$3.740/mês. A metade dos profissionais ganha entre R$3.200 (1º quartil) e R$4.266 (3º quartil).

    Por que a Mentoring usa mediana e não média?

    Porque a mediana não é distorcida por um pequeno número de salários muito altos ou muito baixos: metade dos profissionais ganha até esse valor, metade ganha mais. A média aritmética pode subir bastante puxada por poucos salários extremos, sem representar o típico da categoria.

    Qual a média de idade de quem trabalha como Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    A média de idade de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG é 40,4 anos, com tempo médio de empresa de 6,3 anos.

    Qual a distribuição por sexo de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    0,0% são mulheres e 100,0% são homens em Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG.

    Qual o nível de escolaridade mais comum de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    Distribuição por escolaridade de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG: 44,6% ensino fundamental, 53,6% ensino médio, 0,0% ensino superior e 0,0% pós-graduação.

    Qual o saldo de vagas para Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?

    Nos últimos 6 meses, Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG teve 12 admissões e 9 desligamentos, saldo líquido de +3 vagas.

    Quanto pagar para contratar Operador de calcinação (tratamento químico e afins) em Córrego Fundo/MG?


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     Quais regiões mais empregam Operador de calcinação (tratamento químico e afins)?

    em todo o Brasil
    1.186 trabalhadores
    Trindade/PE
    71 trabalhadores
    Sete Lagoas/MG
    65 trabalhadores
    Córrego Fundo/MG
    56 trabalhadores
    Ipubi/PE
    45 trabalhadores
    Colombo/PR
    43 trabalhadores
    Duque de Caxias/RJ
    39 trabalhadores
    Grajaú/MA
    25 trabalhadores
    Paulínia/SP
    23 trabalhadores
    Nobres/MT
    22 trabalhadores
    Rio Branco do Sul/PR
    20 trabalhadores
    Promissão/SP
    18 trabalhadores
    Ouricuri/PE
    17 trabalhadores
    Petrolina/PE
    17 trabalhadores
    Ouro Branco/MG
    16 trabalhadores