Fonte: Novo CAGED/eSocial/Mentoring · Atualizado em 10/10/2026 · Como calculamos
O salário de referência de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) no Brasil é R$ 4.266/mês (mediana), com metade dos profissionais entre R$2.701 e R$7.459, jornada típica de 44h semanais, com base em 1.186 vínculos.
25% ganham até este valor
metade acima, metade abaixo
25% ganham mais que este valor
| Referência | Mensal | Anual | Semanal | Por hora |
|---|---|---|---|---|
| 3º Quartil | R$ 7.459 | R$ 89.508 | R$ 1.721 | R$ 39,12 |
| Mediana | R$ 4.266 | R$ 51.192 | R$ 984 | R$ 22,37 |
| 1º Quartil | R$ 2.701 | R$ 32.412 | R$ 623 | R$ 14,17 |
Faixa de Rotatividade (turnover anualizado): entre 30% e 60%.
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Estrutura de níveis calculada a partir do painel de mais de 10 mil cargos da Mentoring — a mesma base usada no Search.
| Nível | 1º Quartil | Mediana | 3º Quartil | Idade média | Tempo de empresa | Trabalhadores | Turnover |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Nível V | R$ •••••• | R$ •••••• | R$ •••••• | •••• | •••• | 76 | ••% |
| Nível IV | R$ •••••• | R$ •••••• | R$ •••••• | •••• | •••• | 206 | ••% |
| Nível III | R$ ••••• | R$ ••••• | R$ ••••• | •••• | ••• | 155 | ••% |
| Nível II | R$ ••••• | R$ ••••• | R$ ••••• | •••• | ••• | 379 | ••% |
| Nível I | R$ ••••• | R$ ••••• | R$ ••••• | •••• | ••• | 370 | ••% |
Movimentação formal nos últimos 6 meses.
| # | Cidade | Salário de admissão | Rotatividade | Contratações (6 meses) |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Rio Branco do Sul/PR | R$ 2.128 | maior que 70% | 13 |
| 2 | Trindade/PE | R$ 1.735 | entre 30% e 60% | 12 |
| 3 | Córrego Fundo/MG | R$ 2.162 | entre 30% e 60% | 12 |
| 4 | Colombo/PR | R$ 2.599 | entre 30% e 60% | 12 |
| 5 | Nobres/MT | R$ 2.106 | maior que 70% | 11 |
| 6 | Ipubi/PE | R$ 1.670 | entre 30% e 60% | 6 |
| 7 | Paulínia/SP | R$ 3.213 | entre 50% e 80% | 6 |
| 8 | Petrolina/PE | R$ 1.505 | entre 30% e 60% | 5 |
| 9 | Sete Lagoas/MG | R$ 3.135 | entre 0% e 30% | 4 |
| 10 | Promissão/SP | R$ 4.653 | entre 0% e 30% | 3 |
| 11 | Grajaú/MA | R$ 1.876 | entre 5% e 45% | 2 |
| 12 | Ouricuri/PE | R$ 1.735 | entre 30% e 60% | 2 |
| 13 | Ouro Branco/MG | R$ 1.833 | entre 5% e 45% | 2 |
| 14 | Duque de Caxias/RJ | R$ 2.882 | maior que 70% | 2 |
Rotatividade exibida em faixa. Conheça o turnover exato e as tabelas salariais completas acessando a Mentoring.
Segundo a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), Operador de calcinação (tratamento químico e afins) pertence ao grande grupo 'Trabalhadores da produção de bens e serviços industriais', subgrupo principal 'Trabalhadores em indústrias de processos contínuos e outras indústrias', subgrupo 'Operadores de instalações em indústrias químicas, petroquímicas e afins' e família 'Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos' (CBO 8112).
Operador de calcinação (tratamento químico e afins) faz parte da família 'Operadores de calcinação e de tratamentos químicos de materiais radioativos' (CBO 8112), que tem 1 ocupações relacionadas.
O salário de referência de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) no Brasil é R$ 4.266/mês (mediana), com metade dos profissionais entre R$2.701 e R$7.459, jornada típica de 44h semanais, com base em 1.186 vínculos. Rotatividade (turnover anualizado): entre 30% e 60%
44hs semanais.
entre 30% e 60%
Houve a contratação formal de 146 trabalhadores para esta ocupação no Brasil, nos últimos 6 meses.
Considerando todos os profissionais já empregados na função, a mediana do salário-base de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) no Brasil é R$ 4.266, 102% a mais que a mediana de admissão (R$ 2.117). Este valor não inclui horas extras, comissões variáveis ou benefícios.
O código CBO de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) é 811205.
A mediana salarial de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) no Brasil é R$4.266/mês. A metade dos profissionais ganha entre R$2.701 (1º quartil) e R$7.459 (3º quartil).
Porque a mediana não é distorcida por um pequeno número de salários muito altos ou muito baixos: metade dos profissionais ganha até esse valor, metade ganha mais. A média aritmética pode subir bastante puxada por poucos salários extremos, sem representar o típico da categoria.
A média de idade de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) no Brasil é 41,3 anos, com tempo médio de empresa de 7,2 anos.
1,9% são mulheres e 98,1% são homens em Operador de calcinação (tratamento químico e afins) no Brasil.
Distribuição por escolaridade de Operador de calcinação (tratamento químico e afins) no Brasil: 28,0% ensino fundamental, 50,8% ensino médio, 9,5% ensino superior e 0,0% pós-graduação.
Nos últimos 6 meses, Operador de calcinação (tratamento químico e afins) no Brasil teve 146 admissões e 235 desligamentos, saldo líquido de -89 vagas.

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